Esse é um vídeo de introdução a uma futura seção no site do Canal GNT, onde esclarecerei as dúvidas dos internautas a respeito de decoração e feng shui.
"Olá, queridos leitores! Estamos de volta com a série Obra ao Vivo. Muitos que estavam nos acompanhando estranharam a interrupção, e escreveram pedindo pra continuar, e principalmente pra ver as fotos da obra pronta. Então, antes de continuar, acho que preciso dar uma explicação sobre essa pausa...
A obra não parou, não deu nada errado, está pronta, prontinha, e, apesar de alguns imprevistos, o resultado ficou lindo...
Mas a minha querida, amada, amiga e irmã de coração, "dona" deste projeto e deste sonho, não pode ver seu sonho materializado, pelo menos não com seus olhos físicos.
Desde criança ela tinha esse sonho, de ter uma casa planejada em cada detalhe, feita com carinho e estilo, bem ao seu estilo. Quando a vida lhe apresentou a chance de realizar esse sonho, ela estava no meio de um tratamento de câncer. Achávamos que ela se recuperaria, e depois passamos a achar que ela ao menos viveria tempo suficiente pra realizar seu sonho, e corremos contra o tempo, mas ela foi se juntar aos anjinhos antes do que esperávamos. Por que todo mundo sabe que os melhores vão mais cedo...
Mas ela me deixou esse presente: um projeto dos sonhos, feito para uma cliente maravilhosa, que compartilho com meus queridos leitores. Espero que, mesmo olhando com outros olhos, ela esteja aproveitando esse presente que fiz pra ela com muito carinho e amor.
Quando ela se foi, tive que engolir a tristeza, respirar fundo e encontrar forças pra terminar a obra. Mas não dava pra ficar olhando pras fotos e fazendo comentários sobre elas aqui no blog. Hoje resolvi retomar essa tarefa, e achei que seria mais fácil... Mas não. Está sendo bem difícil ainda. Portanto, me perdoem se os intervalos entre postagens dessa série se tornarem um pouco longos. Vou escrevendo conforme for possível.
Espero que aproveitem!"
Nesta série de nosso blog, você poderá acompanhar, semana a semana, a execução da obra de reforma de um apartamento no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. Veja o início da série clicando aqui.
O rabaixo em gesso no escritório foi o último a ser feito, mas já está quase pronto. A massa que arremata a parede no local onde se embutiram as instalações ainda está fresca.
Essa foto é no mesmo lugar, em outro dia da mesma semana. A parte da parede que fica aparente já foi emassada, e agora podemos completar o gesso.
No teto da sala, já estamos na segunda demão de massa. A primeira demão corrige imperfeições mais aparentes, e a segunda dá o arremate final, ficando então o gesso pronto pra receber a pintura.
Tivemos um problema com a marmoraria, que não entregou as pedras para os dois nichos do box, somente pra um. Tivemos que refazer o pedido, e agora aguardamos a nova entrega. É um detalhe, mas acaba bagunçando o cronograma do ladrilheiro.
Este é o piso do banheiro, que já começou a ser colocado. O proprietário não gostou muito, achou com cara de velho, e pensou até em trocar. Isso às vezes acontece. Do ponto de vista da arquiteta, ficou exatamente como o esperado. Trata-se de um porcelanato que imita cimento, e a idéia era exatamente dar uma "aquecida" no ambiente, que poderia parecer frio demais somente com revestimentos lisos e brilhantes.
Semana passada vimos as instalações hidráulicas do chuveiro sendo feitas. Essa semana, podemos ver o revestimento já colocado. Ainda falta rejuntar.
Essa foi a semana de colcação das bancadas. Aqui vemos a do banheiro, e mais abaixo veremos as da cozinha e da área. É uma bancada em mármore branco, com duas cubas embutidas redondas (e não ovais, só pra dar um charme). Gostei das manchas da pedra; prefiro assim do que super lisa, impecável, que pra mim parece artificial.
No lavabo, os revestimentos e nichos já estão assentados. Esse canto que falta, que é curvo, vai ser revestido com pastilhas, iguais às do fundo do nicho.
O lavabo tem o piso em porcelanato com aparência de cimento, como o banheiro principal. E parece cimento mesmo, na foto é até difícil perceber a diferença entre o piso e a parede curva ainda inacabada.
Na sala, começou a colocação do rodapé. Ele foi feito em madeira angelim, e ficará aparente, envernizado. Repare que o piso foi protegido com um plástico preto, pra evitar arranhões.
A bancada da cozinha, em inox, também já está no lugar. Ela foi sustentada com cantoneiras, que ficarão ocultas pelo armário. A parede acima da bancada não foi revestida por que irá receber um painel em laminado (vulgo Fórmica), que consideramos mais higiênica e fácil de limpar, por não ter rejuntes como a cerâmica.
O mosaico em ladrilho hidráulico no piso foi assentado e rejuntado. Cada peça recebeu proteção com resina antes de ser colocada no lugar. Não dá pra perceber o efeito final por que temos ainda muita poeira na obra. Só melhora quando não tiver mais trabalho com cimento nem pintura sendo feitos.
A bancada da área de serviço, em granito cinza com o tanque embutido. Essa bancada leva uma ilharga pra aguentar o peso. Ilharga é o nome técnico dessa divisória lateral, que apóia a bancada.
A bancada do serviço é em formato de "L", dividida em duas partes. Uma parte molhada, com ressalto pra não escorrer água, e outra parte seca, sem ressalto. Nessa foto, falta instalar a parte seca da bancada, que vai encostar na lateral da outra.
Aqui mostramos caixas com as luminárias e lâmpadas, que foram entregues pela loja. Fomos pessoalmente escolher na semana passada, em Benfica, na famosa "rua dos lustres", mas o volume não dava pra trazer no carro.
Na próxima semana, bancadas e revestimentos prontos, esquadrias novas no lugar, e tem início a instalação da marcenaria.
Encontrar um bom professor é uma bênção. Quando eu era jovem, tive a sorte de encontrar um velho mestre que me ensinou um pouco de Kung Fu, que infelizmente não era a minha praia. O maior benefício que obtive com ele foi a orientação de como estudar metafísica. Ele me perguntou: "Você quer aprender algumas fórmulas secretas 秘訣 comigo?" Eu respondi: "É claro!".
Ele sorriu, "Estude os livros com o seu coração, não com seus olhos. Ouça-me com seu coração, não com seus ouvidos. Pratique com sua mente analítica, não com sua memória. Faça perguntas, e você sempre obterá a resposta mesmo que eu não lhe responda nada."
Bem, 90% do que eu sei vem dos livros. Os outros 10% vem de conversas com meu professor. Os 10% são anotações feitas sobre os 90%. Às vezes meu professor não respondia às minhas perguntas. Então eu sabia que não havia me preparado bem para perguntar. Quando eu estava preparado para perguntar, eu não o fazia, por que a resposta já estava em meu coração.
O mais inesperado do meu professor é isso: Não me agradeça com suas palavras. Agradeça-me com seu coração, sem palavras. Pratique e ensine com seu coração, e essa é sua maior gratidão que poderei perceber.
N.T.: Complemento este artigo com o trecho de uma mensagem do Mestre Joseph Yu, enviada ao fórum de discussão de alunos: "Teoria sem prática é papo furado, prática sem teoria é andar às cegas. A maneira correta de agir é construir uma base sólida estudando os livros escritos pelos grandes estudiosos e então completar os detalhes com sua própria experiência. Apenas através da prática é que podemos construir uma casa sobre uma fundação sólida. Construir uma casa sem uma fundação é perigoso. Se não construirmos a casa quando a fundação está pronta, ela simplesmente não existe."
A conclusão do clássico Tian Yu Jing 天玉經 enfatiza a virtude:
若還求地不種德 穩口深藏舌 "Se as pessoas querem apenas um local afortunado, ignorando o cultivo da virtude, então mantenha sua boca fechada e sua língua bem guardada."
Isso se refere à seleção de clientes virtuosos, mas em especial a discípulos virtuosos.
Eu tenho visto pessoas usando o Feng Shui com a intenção de capturar a fama e a fortuna dos vizinhos. Também tenho visto mestre e discípulo atacando abertamente um ao outro, também por causa de fama e fortuna. Se essas pessoas realmente possuíssem um bom conhecimento de Feng Shui, elas estariam desfrutando de todos os benefícios de um bom Feng Shui. A ação fala mais do que as palavras. Não importa quais sejam seus argumentos, seus atos arrancam suas máscaras e mostram a verdade.
O seminário foi um sucesso, e no último dia as alunas já estavam perguntando quando vai ser o próximo (que será ainda este ano, provavelmente em Porto Alegre).
A parte prática foi feita na loja Alezzia, no Shopping Midtown, na Barra da Tijuca. A loja Alezzia e a metalúrgica Palmetal já são nossos clientes há alguns anos, em uma parceria de sucesso, com um histórico de bons resultados nas consultorias.
Alunas medindo a direção da face da loja com bússola e luo pan
Parte teórica, em sala de aula
Entrega dos certificados - falta uma aluna querida nas fotos :(
Linhas e meridianos compõem a estrutura dos campos magnéticos do Planeta Terra. Por elas fluxos de energia vital circulam por todo o globo em ondas precisas.
A ação do homem frequentemente desequilibra e polui a essência destas linhas, diminuindo a força da vida em todo o planeta.
Estas redes cobrem todo o planeta, numa malha continua e abrangente, e possui diversas funções no metabolismo deste grande ser que é Gaia. Funcionam como meridianos de energia, carregando e tranformando a energia do planeta, funcionam como reguladoras de tensão, levando de onde há mais carga para onde há menos, e também funcionam como transmissoras de informação, da mesma forma que um rio carrega o que encontra pela frente até sua foz, estas redes se deixam influenciar por aquilo que encontram em seu caminho, e levam esta informação adiante.
Neste quesito os seres humanos da atualidade atuam de forma ativa e continua. Todo o processo de uma grande cidade, principalmente o excesso de campos eletromagnéticos, contribui para uma poluição destas redes. As ondas que compõem as linhas ficam distorcidas e muitas propriedades naturais são perdidas, enquanto informações desequilibradas e ruidosas passam a seguir pelas redes, penetrando em cada lar, em cada escritório e em cada local de uma grande cidade, contaminando o próprio planeta, mas principalmente sobrecarregando o espaço habitado com informações desconexas, o que finalmente acaba por interferir em nossas rotinas alterando nossa qualidade de vida.
Geosounds, Melodias para a Terra, são freqüências e acordes sonoros que restauram estas redes a seus padrões naturais, restabelecendo o equilíbrio da vida nas proximidades de onde são tocados.
Este trabalho é um dos frutos de uma pesquisa que faço há anos, como geobiólogo, tentando encontrar soluções para alguns problemas no que diz respeito a harmonização de ambientes.
O primeiro deles são os materiais utilizados. Normalmente os geobiólogos utilizam varetas de metal, ou pedras preciosas e semi preciosas, e alguns utilizam fibras naturais. Eu particularmente sempre tento utilizar o máximo de fibras naturais possível, mas acabo tendo que fazer uso de metal e pedras muitas vezes.
O problema com o uso de pedras semipreciosas, como ametista, turmalina, citrino, é a grande devastação feita na natureza para a sua retirada, fora o trabalho escravo que normalmente está associado com a mineração destas pedras, aliado ao tráfico e o crime que normalmente também andam de mãos dadas com mineração de pedras preciosas e semi preciosas.
Os metais fazem parte de uma destruição maior, porém mais organizada, que é parte do trabalho das mineradoras oficiais.
Ao longo dos anos vim experimentando vários materiais e técnicas, obtendo bons resultados com o uso de formas (geometria) e também com o uso de preparados líquidos (como florais e outros que desenvolvi utilizando um mix de geometria e florais). Ainda pesquiso nestas áreas e os resultados, embora fantásticos, simplesmente apontam para um campo vastíssimo a ser explorado com cautela audaciosa.
O segundo problema que vem me estimulando a buscar soluções criativas é o custo e o acesso a geobiólogos competentes. Além de termos poucos geobiólogos competentes no mercado, o que restringe o acesso da maioria da população a estes serviços, eles são caros, justamente por a formação ser também escassa, forçando os estudiosos a grandes gastos com equipamentos, viagens, cursos e etc, que no final acabam sendo repassados para os clientes.
Um terceiro problema, e este de cunho mais ético, é justamente a precisão técnica requerida de um geobiólogo. Mesmo profissionais estudiosos às vezes pecam em adquirir uma delicadeza técnica que beira a arte. Portanto materiais e técnicas que tivessem igual efeito harmonizador porém com menor exigência em termos de precisão seriam muito bem aceitos por profissionais e clientes atuais.
Desta forma venho buscando soluções para o campo da harmonização bem como para o campo do ensino e difusão da geobiologia, tentando tornar estas informações acessíveis e a baixo custo. Pouco a pouco vamos cobrindo algum terreno, dentro daquilo que nos é permitido fazer pelo Plano Infinito.
Como este pedido de novas soluções é constante em minhas preces, meditações e no meu dia a dia e também conversando com outros profissionais, um dia numa meditação obtive um `insight ´ que o som poderia ter alguma influencia sobre as redes geobiológicas.
E neste ponto gostaria de abrir um imenso parênteses, e em blogs os parênteses podem ser enormes, pois aqui esta história se entronca com um certo músico.
Eu estava no tatami (arena de treino de artes marciais) do dojo (local, academia de treino) que freqüento quando entra um jovem esguio de aparência quase melancólica. Por algum motivo aquele ser humano me chamou a atenção e comecei a ficar atento a algum sinal que por ventura houvesse em relação a ele.
Uma hora mais tarde, após o treino, eu o cumprimentei no vestiário e ele me ofereceu um CD que havia feito de modo independente com seu grupo. Não hesitei em adquirí-lo. Era o início do sinal. Percebi também que ele possuía uma tatuagem na forma de um trisquel, símbolo dos celtas e zahorís e que eu particularmente utilizo como símbolo pessoal e profissional.
No dia seguinte nos encontramos e eu teci alguns elogios sobre as músicas de seu Grupo.
Na mesma semana meu Mestre de Artes Marciais me exigiu que eu tivesse um aluno particular para ensinar. De acordo com o seu sistema de ensino para que eu pudesse passar ao grau mais alto eu teria que ensinar alguém durante um ano, e depois passar outro ano treinando solitária e continuamente para por fim ser digno de representar a Arte.
No exato momento me veio a imagem de Marcos Flo, o músico do trisquel. Imaginei que os sinais que eu estava recebendo sobre ele estavam ligados a este pedido de meu Mestre. Convidei-o para estudar comigo, alertando que ele seria um cobaia e que provavelmente eu aprenderia mais com ele do que ele comigo. Sua adesão foi imediata e constante.
Nos meses que se seguiram nos encontrávamos no mínimo 2 vezes por semana e treinávamos à exaustão. Marcos era disciplinado e treinava sozinho. A cada encontro eu podia ver como havia evoluído. E suas perguntas e dificuldades me ensinavam coisas que jamais aprenderia sozinho. E isto reforçava ainda mais a minha confiança na sabedoria e controle absolutos que meu Mestre possuía em relação à arte e sua continuidade, bem como seu conhecimento perfeito sobre minhas fraquezas e a forma correta de lidar com elas e com minha personalidade por vezes intransigente, morosa e arrogante.
Eu pensava que tudo estava correndo bem, quando numa certa noite, através de uma meditação tive um insight incrível sobre novas soluções de harmonização geobiológica utilizando sons como elemento equilibrador.
Mas eu precisava de um músico que me auxiliasse a navegar por este caminho tão belo, interrompido na infância, e portanto desconhecido para mim. Quem me veio à mente?
É aqui que o parêntesis, enorme, se fecha e voltamos aos Geosounds.
Começamos a freqüentar uma praça próxima às nossas residências. Marcos vinha munido de seu Baixo Acústico de uns 2,30 ou mais de comprimento, adicionado de muita alegria e disposição de participar deste projeto, a princípio tão descabido. Eu com meu pêndulos, varetas dual rod, sensibilidad corporal, e todos os gráficos e demais apetrechos radiestésicos que me permitiam investigar as alterações encontradas.
Semanas e semanas de muita paciência de ambas as partes fomos chegando a algumas conclusões sobre o efeito dos sons sobre as redes geobiológicas.
Primeiramente descobrimos que certas freqüências retornavam as redes para seus padrões naturais. Estas freqüências diferiam de rede para rede, e também havia freqüências específicas para os cruzamentos. Estudamos vários tipos de rede principalmente as 3 mais conhecidas, Hartmann, Curry e Peyré.
Descobrimos que outras freqüências diminuíam a força das redes e portanto poderiam ser usadas para locais de conflito, onde redes e seres humanos cohabitavam, e às vezes se chocavam.
Descobrimos outras freqüências que sublimavam a energia das redes e nos davam um certo `barato`. Mexiam na energia mais espiritual, ou sheng, como a chamam os chineses.
Vimos que a altura, ou seja, o volume, do som, não importa em termos de harmonização. A única diferença é o alcance. Portanto para harmonizar uma casa de até 100 m2 tocar as músicas em volume bem baixinho é o suficiente. E tocá-lo bem alto não aumenta o nível de eficácia do processo. Mas quanto mais alto mais longe se atinge, na mesma intensidade.
Dois a três dias eram o mínimo de tempo nos quais o efeito de harmonização perdurava após tocadas as freqüências e em seguida desligadas e não mais executadas. Se forem tocadas muitas vezs durante o mesmo dia este efeito pode durar mais. Porém é uma medida segura dizer que se tocarmos estas freqüências a cada 2 dias estamos mantendo limpas as redes geobiológicas em nossa residência.
Descobrimos também que demais ruídos não interferem na rede. Ou seja, ou há uma freqüência específica presente, e portanto atuante na rede, ou o somatório dos outros barulhos, ruídos, músicas, etc, não cria interferência nem positiva nem negativa na rede. É uma reação de tudo ou nada.
Esta descoberta nos levou a imaginar que poderíamos adicionar à freqüência base, atuante, melodias e acordes, compondo músicas agradáveis ao ouvido humano, mas que ao mesmo tempo tivesse a eficácia da freqüência base.
Assim nasceu os Geosounds, Melodias para a Terra.
Neste primeiro trabalho estamos lidando com a primeira série de freqüências base citadas acima, ou seja, aquelas que restauram as redes um padrão natural. Pois entendemos que a Mãe Terra em equilíbrio trará esta harmonia naturalmente a seus filhos, humanos e não humanos.
Em trabalhos posteriores pretendemos explorar o uso das freqüências que diminuem a força das redes, para casos específicos de harmonização geobiológica, e talvez trabalhemos algumas freqüências que sublimam as redes num trabalho ainda mais posterior.
Musicalmente Marcos Flo conduziu um belo e árduo processo de criação e contou com a colaboração dos músicos Ricardo Mira, tocando Violão de Aço, Guitarra e Violão;
Marcos Padis na percurssão com Derbak, Conga e Percurssão e Jorge Shy na Guitarra
A idéia por trás era que as músicas, além de não interferirem negativamente nas freqüências base, fossem universais, sem uma caracterização de língua, estilo, época ou autoria.
O resultado final gerou um CD o que esperamos ser o primeiro de muitos outros CD´s dentro do mesmo projeto, composto de 6 melodias que reequilibram as linhas e cruzamentos das redes Hartmann, Peyré e Curry. Uma das melodias possui duas versões portanto temos 7 múscias no CD gerado.
São elas:
Musica 1 – (Curry) Linhas da Terra
Musica 2 – (Cruzamento Curry) Encontros da Terra
Música 3 – (Hartmann) Caminho da Lua
Musica 4 – (Cruzamento de Hartmann) Encontros Lunares
Musica 5 – (Peyré) Caminho Solar
Musica 6 – (Cruzamento Peyré) Encontros Solares
Musica 7 – (Hartmann) Caminho da Lua 2
Uma das músicas, a faixa 5, Caminho Solar, eu coloquei, junto com algumas imagens, num pequeno vídeo no Youtube (veja abaixo). Espero que gostem.
Não tenho palavras para agradecer e expressar a minha admiração ao trabalho e tempo destinados a este projeto por Marcos Flo, meu aluno e mestre. Também sou imensamente agradecido ao Mira, enviado do Céu para fecundar a Terra, e também ao Padis e ao Jorge Shy e ao Tomas Faria, novo amigo, que fez a arte do projeto.
Que a Pachamama aceite este humilde e sincero presente dos seus filhos, uma pequena tentativa agradecer a vida que ela nos dá e de minimizar nosso impacto sobre sua pele.